Ranking Nacional de Consumidores Livres, Especiais e Autoprodutores de Energia – dados referente a Dezembro/25


Fonte: Elaborado pela Thunders a partir da seção Dados Abertos do site da CCEE atualizado em fevereiro, com dados de dezembro de 2025

O Brasil conta, atualmente, com 13.909 agentes consumidores livres, especiais ou autoprodutores de energia devidamente registrados na CCEE. Esses agentes possuem 44.703 unidades consumidoras espalhadas por todo país, as quais totalizaram um consumo de 26.756 MW no último mês de dezembro e 27.954  MWm nos últimos 12 meses

 

RANKING POR CONSUMO

Considerando o volume de energia consumido no último mês de referência, os 10 maiores consumidores do Ambiente de Contratação Livre (ACL) demandaram um total de 4.732,8 MW médios. Esse valor representa 17,68% de toda a energia consumida no ACL, cuja carga total foi de 26.756 MW médios em novembro de 2025.

Além disso, os 5 primeiros colocados concentraram 3.053,8 MW médios, o que equivale a 11,41% da carga total do mercado livre de energia.

Mesmo representando apenas 1,08% do total de unidades consumidoras (485 UCs somadas no Top 10 sobre 44.703 UCs totais), os líderes seguem exercendo papel central na demanda do mercado livre — reforçando a forte concentração de carga em grandes consumidores industriais.

Principais destaques do ranking:

      • ALBRAS mantém a liderança isolada com 830,6 MW médios e apenas 1 unidade consumidora (UC). O dado reforça seu perfil de altíssima densidade energética individual, sendo o consumidor mais intensivo do ACL.

      • Na sequência, CVRD (Vale) ocupa a 2ª colocação com 718,4 MW, distribuídos entre 25 UCs, evidenciando operação descentralizada e presença nacional em múltiplos polos industriais.

      • CBA e ALCOA seguem entre os grandes destaques, com 638,5 MW e 467,4 MW, respectivamente, mesmo operando com apenas 4 e 3 UCs — um claro exemplo de alta concentração de carga por site e eficiência energética industrial.

      • A KLABIN PUMA sobe para a 5ª posição com 397,9 MW e 22 UCs, ultrapassando a PETROBRAS PIE. O movimento indica fortalecimento operacional e expansão estruturada.

      • A PETROBRAS PIE aparece em 6º lugar com 378,0 MW distribuídos em 45 UCs, reforçando seu perfil de operação pulverizada e presença em múltiplas unidades industriais.

      • A BRASKEM ocupa a 7ª colocação com 373,5 MW e 17 UCs, mantendo-se entre os principais players industriais do ACL.

      • A ARCELOR JF COM aparece em 8º lugar com 331,8 MW e 16 UCs, demonstrando estabilidade operacional no setor siderúrgico.

      • A SOUTH32, com 300,3 MW em apenas 2 UCs, apresenta novamente um perfil de altíssima densidade energética por ponto de consumo.

      • Fechando o Top 10, a SABESP registra 296,4 MW médios distribuídos em 352 UCs — o maior número de unidades entre os líderes — consolidando-se como exemplo de uso intensivo e descentralizado de energia, típico de operações de saneamento e serviços públicos.

Tabela 1: Ranking de consumidores por consumo

Rank VolumeSiglaVolume (MW)UCs
1ALBRAS830,61
2CVRD718,425
3CBA638,04
4ALCOA437,43
5KLABIN PUMA397,922
6PETROBRAS PIE378,045
7BRASKEM373,545
8ARCELOR JF COM331,816
9SOUTH32300,32
10SABESP296,4352
Fonte: Elaborado pela Thunders a partir da seção Dados Abertos do site da CCEE atualizado em fevereiro de 2025, com dados de dezembro de 2025

Análise do mês: estabilidade no topo, com sinais de expansão pulverizada

Ao analisar o ranking de consumidores no ACL de dezembro de 2025, observa-se, antes de tudo, um cenário de estabilidade entre os maiores consumidores de energia do mercado livre. Ainda que não haja mudanças drásticas na composição do Top 10, os dados revelam ajustes relevantes nos volumes consumidos e na dinâmica competitiva.

Os 10 maiores consumidores do Ambiente de Contratação Livre (ACL) somaram 4.742,4 MW médios, o que representa 16,83% de toda a energia consumida no mercado livre, cujo total foi de 28.170 MW médios no mês. Além disso, os cinco primeiros colocados concentraram 3.108,0 MW médios, equivalente a 11,03% da carga total do ACL, reforçando o elevado grau de concentração do consumo entre grandes indústrias eletrointensivas.

Apesar da manutenção da liderança, a movimentação interna do ranking chama atenção. A KLABIN PUMA, por exemplo, avançou para a 5ª posição, com 397,9 MW médios, superando empresas tradicionais e evidenciando maior competitividade no bloco intermediário do Top 10.

Ao mesmo tempo, a SABESP amplia seu protagonismo como modelo de operação descentralizada, ao atingir 352 unidades consumidoras (UCs) e 296,4 MW médios, consolidando-se como o player com maior capilaridade entre os líderes — um retrato claro da expansão territorial do consumo no ACL.

Além disso, empresas como ALBRAS (830,6 MW), CBA (638,5 MW) e ALCOA (467,4 MW) seguem operando com altíssima densidade energética individual, sustentando grandes volumes com apenas 1 a 4 unidades consumidoras — característica típica dos setores de metalurgia, mineração e indústria de base.

O que os dados indicam?

A leitura do ranking de consumidores no ACL aponta para três tendências estruturais no mercado livre de energia:

  • Concentração relevante nos grandes consumidores

Primeiramente, o consumo permanece altamente concentrado. Mesmo representando pouco mais de 1% do total de unidades consumidoras do ACL, o Top 10 responde por quase 17% da energia consumida no ambiente livre.

  • Maior competitividade no miolo do ranking

Além disso, a troca de posições entre empresas como Klabin, Petrobras PIE, Braskem e Arcelor evidencia um mercado mais dinâmico, com variações associadas a estratégias operacionais e ajustes sazonais.

  • Expansão pulverizada e descentralização da carga

Por outro lado, o crescimento no número de UCs entre empresas como SABESP reforça a tendência de pulverização e expansão territorial do consumo, sinalizando um ACL cada vez mais diversificado.

RANKING POR QUANTIDADE DE UCs

A análise por número de unidades consumidoras (UCs) no ACL, referente a novembro/2025, continua revelando um cenáA análise do ranking por quantidade de unidades consumidoras (UCs) no ACL, referente a dezembro/2025, reforça um cenário totalmente distinto do ranking por volume de energia. Enquanto o consumo permanece concentrado em grandes cargas industriais, o número de UCs evidencia a expansão horizontal do mercado livre de energia, com forte pulverização operacional e capilaridade geográfica.

As 20 empresas com maior número de UCs somam agora 7.610 unidades consumidoras, o que representa 17,02% do total de 44.718 UCs ativas no ACL no período analisado.

Em termos de consumo, essas empresas demandaram 1.010,85 MW médios, reforçando um perfil de baixa carga média individual, característica típica de operações pulverizadas e altamente descentralizadas.

Esse movimento confirma uma tendência estrutural do mercado livre: crescimento sustentado via empresas com múltiplos pontos de consumo, especialmente nos setores de varejo, saneamento, serviços e redes corporativas.

Confira quem são esses principais agentes por quantidade de UCs:

Tabela 2: Ranking de consumidores por quantidade de UCs

Rank UCsSiglaUCSVolume (MM)
1SENEPAR86381,38
2B2W CE68622,02
3EMBASA56894,70
4BRADESCO50819,01
5CORSAN49446,59
6ITAU CL547922,64
7VIAVAREJO44210,35
8CBD41054,72
9SABESP352280,90
10VTAL35222,89
11SUPER BH 00134028,52
12ASSAI ATACADISTA321124,92
13RENNER MATRIZ29819,35
14SANTANDER28913,93
15TELEFONICA26866,11
16BURGER KINK2477,68
17WMS SUPER23763,27
18C&A MODAS22916,16
19CLARO20948,69
20MAGAZINE LUIZA1734,98
Fonte: Elaborado pela Thunders a partir da seção Dados Abertos do site da CCEE atualizado em fevereiro de 2025, com dados de dezembro de 2025

Destaques estratégicos do novo ranking:

  • SANEPAR – Liderança ampliada em capilaridade
    A SANEPAR mantém a liderança isolada, agora com 863 UCs e consumo de 81,38 MW médios.

    Esse volume representa 11,34% das UCs do Top 20, reforçando seu perfil altamente pulverizado e com ampla capilaridade operacional — especialmente no setor de saneamento.

    A média de consumo por unidade permanece reduzida, evidenciando um modelo baseado em múltiplos pontos descentralizados de atendimento.
  • B2W CE – Operação distribuída no varejo
    A B2W CE aparece na 2ª colocação com 686 UCs e consumo de 22,02 MW médios, o que corresponde a uma média aproximada de 0,032 MW por unidade.

    Esse padrão confirma sua estratégia de atuação no varejo e e-commerce, com forte presença territorial e consumo pulverizado por ponto.
  • EMBASA – Intensidade energética com capilaridade
    A EMBASA permanece na 3ª posição, com 568 UCs e 94,70 MW médios, combinando grande número de unidades com consumo relevante.

    Trata-se de um perfil híbrido: capilaridade elevada, porém com maior intensidade energética média, especialmente em operações públicas estruturadas
  • SABESP – Alta intensidade e expansão operacional
    SABESP
    ocupa a 9ª colocação, agora com 352 UCs e expressivos 280,90 MW médios — o maior volume entre as empresas do Top 20 por UCs.

    Esse resultado evidencia um modelo de alta intensidade operacional distribuída, com consumo médio aproximado de 0,80 MW por unidade, muito acima da média do ranking.

O que os dados indicam sobre o mercado livre de energia?

Os dados mais recentes de novembro/2025 consolidam uma tendência clara de expansão horizontal no ACL. EOs números mais recentes consolidam três tendências claras no mercado livre de energia (ACL):

  • Expansão horizontal consistente

O crescimento do número de unidades consumidoras confirma a entrada contínua de empresas com cargas menores e múltiplos pontos de consumo, ampliando a base do ACL.

  • Diversificação dos perfis de consumo

Observa-se a convivência de dois modelos distintos:

  • Empresas com alta pulverização e baixa carga média por unidade (SANEPAR, B2W CE);
  • Empresas com alta intensidade energética distribuída (SABESP, EMBASA).

Essa diversidade reforça a maturidade e competitividade do Ambiente de Contratação Livre.

  • Capilaridade como estratégia competitiva

Cada vez mais, a estratégia no ACL envolve:

  • Distribuição geográfica de unidades;
  • Gestão descentralizada;
  • Otimização da carga por ponto de consumo.

Portanto, o ranking por UCs mostra que o crescimento do ACL não está apenas na concentração de grandes cargas industriais, mas também na consolidação de um modelo mais capilarizado, diversificado e estruturalmente sustentável.

ANÁLISE POR FAIXAS DE VOLUME

A segmentação por faixas de volume no Ambiente de Contratação Livre (ACL) permite entender como a energia está distribuída entre diferentes perfis de consumidores.

Com os dados mais recentes (dezembro/2025 – MM 12 meses), observa-se que a concentração nas faixas de maior volume permanece relevante, ao mesmo tempo em que a base de consumidores de menor porte continua se expandindo — reforçando o caráter cada vez mais descentralizado e competitivo do mercado livre de energia.

Confira abaixo a análise por faixa de carga:

Tabela 3: Segmentação por faixas de volume de energia consumido

FaixaDeAtéAgentesVolume (MWm)% Agentes% Volume%UCs
11001.000379.3130,27%33,32%2,94%
250100342.3870,24%8,54%6,83%
33050461.8020,33%6,44%3,21%
410302373.9341,71%14,07%15,92%
55103232.2552,32%8,07%7,68%
6354001.5352,88%5,49%6,65%
7131.9113.19913,75%11,44%15,75%
80,512.3311.63716,77%5,86%12,40%
90,30,52.27888516,39%3,17%9,36%
100,10,34.77291334,34%3,27%15,38%
1100,11.5299411,00%0,34%3,87%
1200000,00%0,00%0,00%
Fonte: Elaborado pela Thunders a partir da seção Dados Abertos do site da CCEE atualizado em fevereiro de 2025, com dados de dezembro de 2025

Principais destaques:

Faixa 1: Alta concentração em poucos agentes

  • Apenas 37 agentes (0,27%) consomem acima de 100 MW médios/mês, mas são responsáveis por 33,32% de toda a energia consumida no ACL.
  • Esse grupo concentra somente 2,94% das unidades consumidoras (1.316 UCs), evidenciando um perfil de altíssima densidade energética individual.
  • O dado reforça o papel estratégico dos grandes consumidores industriais — especialmente em setores como mineração, siderurgia, papel e celulose — no equilíbrio da demanda do mercado livre.

Em síntese, poucos agentes continuam sustentando um terço de toda a carga do ACL.

Faixas 2 a 4: Perfil industrial e de média capilaridade

As faixas entre 10 e 100 MW médios (faixas 2, 3 e 4) concentram:

  • 317 agentes (2,28%)
  • 29,05% do volume total de energia
  • 15,96% das unidades consumidoras

Especificamente:

  • A faixa 4 (10 a 30 MW) reúne 237 agentes, responsáveis por 14,07% da carga total, com 7.120 UCs (15,92%).

Esses números demonstram um perfil típico de empresas com atuação industrial relevante e múltiplos pontos de consumo, combinando volume expressivo com capilaridade moderada.

Faixas 7 a 10: Popularização e pulverização do ACL

As faixas entre 0,1 e 3 MW médios concentram a maior parte dos consumidores:

  • 11.292 agentes (81,25%)
  • 23,74% do volume total
  • 52,89% das unidades consumidoras

Destaque para:

  • Faixa 10 (0,1 a 0,3 MW)
    • 4.772 agentes (34,34%)
    • 6.878 UCs (15,38%)
    • 3,27% do volume total

Esse comportamento evidencia a forte entrada de empresas de pequeno e médio porte no mercado livre, impulsionadas pela abertura regulatória e pela busca por eficiência energética.

Mas o que os dados revelam?

A análise atualizada confirma que o mercado livre de energia no Brasil opera sob uma dinâmica dual clara:

De um lado:

A alta concentração de consumo nas faixas superiores permanece, com menos de 0,3% dos agentes respondendo por mais de 33% da carga total.

De outro:

Há uma expansão consistente da base de consumidores de menor porte, que já representa:

  • Mais de 81% dos agentes
  • Mais de 52% das unidades consumidoras

Esse movimento sinaliza:

Consolidação da maturidade do mercado livreespaço tanto para grandes players industriais, quanto para novos entrantes de médio e pequeno porte.rte.

  • Maior democratização do acesso ao ACL
  • Crescimento da pulverização de cargas
  • Avanço da descentralização operacional

Os números de dezembro/2025 mostram que o ACL segue evoluindo como um modelo:

  • Concentrado em volume
  • Pulverizado em número de agentes
  • Diversificado em perfis de consumo
  • Mais acessível a empresas de médio e pequeno porte

Portanto, o mercado livre brasileiro avança para um cenário cada vez mais competitivo, descentralizado e sustentável, combinando grandes cargas industriais com a crescente participação de empresas pulverizadas.

Consumo no ACL: estabilidade em patamares elevados reforça amadurecimento do mercado

O Ambiente de Contratação Livre (ACL) segue demonstrando uma trajetória de crescimento consistente, marcada por O Ambiente de Contratação Livre (ACL) mantém uma trajetória de crescimento consistente, iO Ambiente de Contratação Livre (ACL) mantém uma trajetória de crescimento estrutural, consolidando-se como protagonista no consumo de energia no Brasil. Ao longo dos últimos anos, observa-se uma evolução consistente, impulsionada pela ampliação da base de consumidores e pela maior competitividade do mercado livre de energia.

  • Em 2022 e 2023, o consumo apresentou estabilidade relativa, com oscilações mensais pontuais;
  • A partir de 2024, o crescimento tornou-se mais robusto, com diversos meses superando a marca de 28.000 MW médios;
  • Em 2025, essa tendência se consolida, com o consumo mantendo-se de forma recorrente na faixa superior da série histórica.

De acordo com os dados mais recentes, dezembro/2025 registrou 26.756 MW médios, após 28.182 MW médios em novembro. Embora represente uma retração pontual, o volume permanece em patamar elevado quando comparado à média histórica do ACL, reforçando a consolidação de uma nova base estrutural de consumo.

Além disso, o comportamento do gráfico evidencia que o mercado livre de energia segue operando em um nível estruturalmente superior ao observado até 2022, confirmando o amadurecimento do Ambiente de Contratação Livre.


Os dados consideram o somatório da carga dos agentes consumidores livres, especiais e autoprodutores.
Não estão incluídas as cargas associadas às Comercializadoras Varejistas.

*Considera o somatório da carga dos agentes consumidores livres, especiais e autoprodutores

Gráfico 1: Evolução no consumo de energia no ACL

Leitura do mês:

O gráfico atualizado demonstra que, mesmo com a variação entre novembro e dezembro, o consumo no ACL permanece dentro da faixa elevada consolidada ao longo de 2025. Ou seja, não se trata de uma mudança de tendência, mas sim de uma oscilação natural dentro de um ciclo já estabilizado em níveis altos.

Essa estabilidade é sustentada principalmente por:

  • A expansão contínua da base de consumidores livres e especiais;
  • O avanço das migrações para o mercado livre de energia;
  • A presença consistente de grandes consumidores industriais, que seguem concentrando parcela relevante da carga total.

Consequentemente, o cenário atual indica um ACL mais maduro, previsível e competitivo, combinando crescimento, diversificação de perfis e consolidação em níveis historicamente elevados.

Quantidade de Unidades Consumidoras no ACL: outubro consolida nova fase de crescimento acelerado

A migração de empresas para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) segue em trajetória sólida e estrutural de crescimento. O gráfico atualizado até dezembro/2025 demonstra que o movimento permanece acelerado, consolidando uma curva ascendente contínua iniciada em 2023 e intensificada ao longo de 2024 e 2025.

Diferentemente de movimentos pontuais, o que se observa é uma expansão sustentada da base de unidades consumidoras (UCs), reforçando o amadurecimento do mercado livre de energia no Brasil.

Perfil da expansão

O avanço da base de UCs no ACL apresenta características claras:

  • Consumidores Especiais (CE) seguem liderando o crescimento absoluto da base, mantendo participação relevante nas novas adesões mensais e ampliando a capilaridade do mercado;
  • Consumidores Livres (CL) mantêm participação estável e estruturalmente relevante, sustentando a maior parcela do consumo total de energia no ACL;
  • Autoprodutores (AP) continuam com presença estratégica e consistente, especialmente entre grandes consumidores industriais com geração própria.

Além disso, o crescimento da base total confirma duas tendências centrais:

Gráfico 2: Evolução da quantidade de UCs no ACL

Perfil da expansão

  • Expansão horizontal do mercado livre de energia, com entrada contínua de empresas de médio e pequeno porte;
  • Maior pulverização da base de consumidores, refletindo a consolidação do modelo de comercialização no ACL;
  • Descentralização operacional, com empresas distribuindo consumo entre múltiplas unidades e regiões;
  • Fortalecimento estrutural do ACL, que se torna cada vez mais acessível, competitivo e diversificado.

Em síntese, os dados mais recentes reforçam que o mercado livre de energia no Brasil entrou em uma nova fase de maturidade, marcada não apenas por crescimento volumétrico, mas principalmente por expansão consistente da base de unidades consumidoras.

O resultado de novembro confirma que o ACL está cada vez mais acessível, diversificado e competitivo, com espaço tanto para grandes grupos industriais quanto para novos entrantes de menor porte. A expansão constante da base de UCs reforça a solidez do modelo de contratação livre e indica novas oportunidades para empresas que buscam eficiência energética e previsibilidade de custos.

O ACL avança como modelo de energia para o futuro

Ao longo de 2025, os dados mostram que o Ambiente de Contratação Livre está consolidando um novo padrão de consumo e adesão. De um lado, temos o fortalecimento das grandes cargas industriais; de outro, o avanço de novos entrantes com menor volume, que ampliam a capilaridade do mercado.

Com isso, o ACL se firma como um modelo energético mais competitivo, flexível e descentralizado, sendo cada vez mais relevante para empresas de todos os portes e segmentos.

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